Ocidentalismo

por Leandro Oliveira

Quem é Leandro Oliveira

leandro

Conhecido sobretudo como escritor e professor de música, arte e história da cultura, sou regente, compositor e pianista por formação.

Minha principal atividade artística nos últimos anos tem sido a de diretor de programas para televisão e internet de concertos, balés, recitais e óperas. Estas experiências me permitiram a participação em mais de uma centena de gravações e live broadcastings em eventos com artistas como Marin Alsop, Yefim Bronfman, Vadim Gluzman, Osmo Vänskä, Claus Peter Flor, Helmut Rilling, Louis Langrée, Yuja Wang, Sharon Bezaly, Thomas Dausgaard, Emmanuel Pahud, Maria João Pires, entre muitos outros.

Sou responsável desde setembro de 2016 pela coluna online “Falando de Música”, com críticas, ensaios e comentários sobre música clássica para o jornal O Estado de São Paulo. A coluna foi desdobramento lógico de um trabalho que em 2018 completa dez anos, o de anfitrião e palestrante do projeto homônimo na Fundação Osesp – onde apresento ao público os concertos da temporada sinfônica oficial da orquestra. Foi também um jeito simpático de retomar a atividade jornalística, eu que fui correspondente no Brasil da revista italiana L’Opera, nas temporadas 2002, 2003 e 2004.

No mesmo ano de 2016, estreei a “A Musa do Subsolo – A Transfiguração de Galatéia”, minha primeira ópera de câmara. A peça foi originalmente encomendada pelo Paço das Artes/SP em 2013, onde foram encenados alguns de seus trechos. A versão pública completa se deu no Theatro São Pedro, em São Paulo, em fevereiro daquele ano, sob minha regência. É o resgate de outra atividade deixada de lado quando da minha transferência à São Paulo: fui compositor associado à Tanzhaus, companhia de dança contemporânea com a qual realizei diversos espetáculos nas temporadas de 2002 e 2003 – minha trilha para o balé “Solos” foi apresentada em 2005 na programação do SESC/RJ.

Com mestrado em Musicologia e pós-graduação em Teoria da Comunicação, sou doutorando do departamento de “Educação, Arte e História da Cultura” da Universidade Mackenzie, com pesquisa sobre produção audiovisual para transmissão ao vivo de concertos sinfônicos.

………..

Um pouco de meus ecléticos anos de formação?

Sou do Rio de Janeiro e após quase duas décadas de estudo de piano e direção de orquestra, transferi-me para São Paulo, onde vim trabalhar com John Neschling. Fui contratado pela orquestra como assistente musical da direção artística, o que me fazia participar e coordenar a elaboração de projetos da orquestra como os Programa de TV e Rádio (TV Cultura), o I e o II Concursos de Regência Orquestral, a Editora Criadores do Brasil, além das gravações para o selo sueco BIS da integral dos Choros e das Bachianas Brasileiras de Villa Lobos, das Sinfonias de Claudio Santoro, Camargo Guarnieri e obras de Francisco Mignone, entre outros. No período, minhas funções previam a preparação e o acompanhamento como regente em stand by para todos os ensaios e concertos da Osesp, a regência de pequenos grupos na coxia (tenho uma boa história com uma sinfonia de Villa-Lobos), além do apoio no planejamento das temporadas 2004, 2005 e 2006 e das turnês Brasil/2004 e Cone Sul/2005. Estas tarefas me ocuparam do segundo semestre de 2003 a julho de 2006.

Tudo muito divertido, mas cansativo. Em 2006, pedi para ser o coordenador da implementação da Academia de Música da Osesp, cargo que acumulei com o de representante da instituição junto ao “Conselho para Música da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo”.

Sendo ainda muito jovem, acabei por sair no ano seguinte para acumular outras experiências profissionais. Foi quando trabalhei como consultor artístico e produtor musical para as temporadas 2007, 2008 e 2009 da Série Internacional da TUCCA – Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer. Trouxe artistas como Ute Lemper, Freddy Cole, Jean Claude Malgoire e sua orquestra La Grand Ecurie, Maxim Vengerov, Nicolas Lugansky, entre muitos outros. Em 2008, fuiresponsável pela gestão da Associação Casa Azul, que cuidava da Festa Literária Internacional de Paraty (sim, imaginem vocês, que fui o coordenador da equipe executiva da FLIP, responsável pela captação de recursos, políticas institucionais, comunicação e produção do projeto).

Aí voltei para o prumo, ou seja, voltei para minha casa, a Osesp. Mas o resto, pode-se ler lá no início…

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7 comentários em “Quem é Leandro Oliveira

  1. Pingback: OSESP e MASP: “Outra ideia do clássico” | Culturateca

  2. Léo Lewkowicz
    18 de fevereiro de 2017

    Olá Leandro

    Somos assinantes da Osesp há 6 anos e não vimos nos ingressos deste ano de 2017 a chamada para o Falando de Música. Foi cancelado?

  3. ocidentalismo
    18 de fevereiro de 2017

    olá Léo, tudo bem? nada cancelado, dia 08 estou por lá e espero vocês. abraços

  4. Beti Rozenfeld
    2 de abril de 2017

    Boa tarde Leandro!
    Foi um prazer ontem participar dos seus comentários antes do concerto!
    Por favor gostaria de saber o site do seu blog, não consegui anotar.
    Obrigada

  5. Lilian Quintao
    4 de abril de 2017

    Boa tarde, Leandro,
    Sábado vc mencionou uma viagem à Inhotim e gostaria de saber mais a respeito. Será q poderia me mandar mais informações sobre isso? Aguardo tua resposta.
    Desde já muito obrigada é um abraço,
    Lilian Quintão

  6. Jacques Benchetrit
    26 de agosto de 2018

    Leandro bom dia,
    Poderia me enviar as informações relativas ao viajem para BH e Inhotim.
    Falei consigo esta última sexta, mas não consegui pegar teu email,
    Abraços
    Jacques
    j

  7. ocidentalismo
    29 de agosto de 2018

    claro Jacques! fale com a talita.giglio@latitudes.com.br

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