“Cala a boca, porra!”; ou, o rei Carlos, do Brasil.

Agora foi Roberto Carlos, o outro rei, a exasperar-se e dizer a um interlocutor recalcitrante “¿Por qué no te callas?”. Justo. Afinal, o que se pode fazer senão mandar calar aqueles que não deixam falar aos outros? Lendo sobre o caso, lembrei de um espetáculo no saudoso teatro Cultura Artística, onde o violinista italiano Giuliano… Leia mais “Cala a boca, porra!”; ou, o rei Carlos, do Brasil.

Cursos: História do Jazz + Clube de escuta

Uma série de onze encontros on-line com a História do Jazz – dos primórdios à cena contemporânea! Essa é a proposta do curso, que garante a seus participantes o acesso gratuito ao Clube de Escuta “Grandes gravações”. Uma segunda-feira por mês, das 20h00 às 22h00, por Zoom (aulas gravadas para todos que não puderem participar… Leia mais Cursos: História do Jazz + Clube de escuta

Cursos: História do Cinema + Cineclube

Uma série de 15 encontros on-line, com a História do Cinema – dos primórdios ao mundo contemporâneo! Essa é a proposta do curso, que garante a seus participantes o acesso gratuito ao Cineclube. Uma segunda-feira por mês, das 20h00 às 22h00, por Zoom (aulas gravadas para todos que não puderem participar do evento ao-vivo). Agenda… Leia mais Cursos: História do Cinema + Cineclube

“Echo”, de Richard Serra

Com gigantismo ampliado pelas dimensões estritas do espaço para onde foi realizado, “Echo” (2019) é um esforço de precisão e efeito de um dos mais importantes artistas de nosso tempo, o norte-americano Richard Serra. Precisão, pois a dimensão extraordinária é apenas superficialmente confundida com monstruosidade; efeito, pois a obra implica de modo direto o corpo… Leia mais “Echo”, de Richard Serra

Ópera; ou, a máscara da ilusão

De algum modo, a ópera é o mais inverossímil dos gêneros dramáticos. A ideia mesma de pessoas que cantam ao invés de falar, muito antes da revolução brechtiana, já realizaria o “efeito de estranhamento”, tão estimulante quanto mal entendido entre os tantos seguidores do dramaturgo alemão. O fato é que desde seus primórdios em finais… Leia mais Ópera; ou, a máscara da ilusão

Hooligans que cantam “Nessun Dorma”

Vez por outra nossos gestores públicos retornam à ilusão pavloviana. É quando os aparelhos, direta ou indiretamente financiados pelo estado, passam a propor ações para “premiar” o público com o que há de melhor. A ideia é que o estímulo correto transforma o sujeito; e a premissa, a mais singela, que o povo, quando acessa… Leia mais Hooligans que cantam “Nessun Dorma”