Ocidentalismo

por Leandro Oliveira

Eduardo Wolf: Como um quarteto de cordas

Texto de Eduardo Wolf, amigo e colaborador de primeira hora do Ocidentalismo.com (quando era Ocidentalismo.org), sobre o filme “O Último Concerto”. Recomendo o filme e o texto a todos os amigos e alunos.

Na abertura de O Último Concerto, Peter, o violoncelista e líder de um prestigioso quarteto de cordas de Nova York, lê alguns versos de T. S. Eliot para seus alunos. “O tempo passado e o tempo presente/Estão ambos talvez presentes no tempo futuro/E o tempo futuro contido no tempo passado./Se todo tempo é eternamente presente/Todo tempo é irremediável.” Trata-se da abertura de Burnt Norton, que lhe serve de introdução para o grande dilema musical a ser apresentado aos jovens instrumentistas: como interpretar os últimos quartetos de cordas compostos por Ludwig van Beethoven, os chamados “quartetos tardios”? Assim como os poemas de Eliot, essas composições finais de Beethoven são dos pontos mais altos de nossa humanidade pelo que neles vai de beleza, reflexão, inquietação e mesmo alívio. Mas resta o enigma: que fazer deles?

Na íntegra, aqui.

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Publicado às 15 de dezembro de 2014 por em cinema, OBSERVATORIO, Resenha e marcado , , , , .

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